A REPRODUÇÃO SOCIAL – PARTE III

A REPRODUÇÃO SOCIAL

Ladislau Dowbor[1]

DA GLOBALIZAÇÃO AO PODER LOCAL: A NOVA HIERARQUIA DOS ESPAÇOS

 “O Estado-nação se torna mais fraco, enquanto as tomadas de decisão se deslocam para os níveis local e global” – Nações Unidas, 1994

As tecnologias mudaram radicalmente não só a dimensão temporal, mas também a dimensão espacial da reprodução social. O conceito de espaço no nosso desenvolvimento está sem dúvida gerando interesse crescente, mas também crescente confusão. Afinal, para onde vão as macrotendências: globalização, blocos, poder local? Entre o “Small is Beautiful[2] e o “Global Reach” (alcance global), há razões de sobra para se discutir de forma mais aprofundada, ou em todo caso mais organizada, o conceito de espaço, e a importância que assume no nosso cotidiano.

Referiremo-nos aqui aos espaços da reprodução social. Na realidade, a simples reprodução do capital, ou reprodução econômica, já não é suficientemente abrangente para refletir os problemas que vivemos, inclusive para entender a própria reprodução do capital. Na linha imprimida pelos sucessivos relatórios sobre Desenvolvimento Humano das Nações Unidas, o objetivo central do desenvolvimento é o homem, enquanto a economia é apenas um meio.[3] Ninguém mais se impresiona com o simples crescimento do PIB, e tornou-se cada vez mais difícil identificar bem estar humano com o bem estar da economia.

Por outro lado, trabalharemos com o conceito de reordenamento dos espaços, na medida em que conceitos como “globalização” trazem uma visão simplificada de abertura e unificação dos espaços da reprodução social. O que está ocorrendo, é uma nova hierarquização dos espaços, segundo as diferentes atividades, envolvendo tanto globalização como formação de blocos, fragilização do Estado-nação, surgimento de espaços subnacionais fracionados de diversas formas, transformação do papel das metrópoles, reforço do papel das cidades, e uma gradual reconstituição dos espaços comunitários desarticulados por um século e meio de capitalismo. E estes diversos espaços em plena transformação e rearticulação abrem novas dimensões para a inserção do indivíduo no processo de reprodução social, permitindo talvez a reconstituição de um ser humano mais integrado a partir dos segmentos hoje fragmentados.

ESPAÇO GOLBAL

A globalização constitui ao mesmo tempo uma tendência dominante neste fim de século, e uma dinâmica diferenciada. Um excelente exemplo nos é dado pela dimensão da especulação financeira. A circulação financeira internacional ultrapassa, em 2001, 1,8 trilhão de dólares por dia, para uma base de trocas efetivas de bens e serviços da ordem de 20 a 25 bilhões, o que significa uma circulação especulativa 70 vezes maior do que a que seria necessária para cobrir atividades econômicas reais.  Esta ampliação dramática da especulação financeira é literalmente carregada pelas novas tecnologias: a integração dos espaços mundiais de comunicação, via satélites e fibras óticas, e a capacidade de tratamento instantâneo de informação em gigantescas quantidades com a informática, levaram a um grande avanço,  em termos de globalização, de um setor cuja matéria prima – a informação – é particularmente fluida, e que dispõe de amplos recursos para financiar os equipamentos mais modernos.

As avaliações das sucessivas crises financeiras permitem hoje entender melhor o ponto crítico deste processo: na era do dinheiro volátil, os fluxos se tornaram mundiais, enquanto os instrumentos de regulação continuam no âmbito do Estado nacional. É curioso ver o banco central norte-americano, o Federal Reserve, confessar a sua incompetência jurídica, na medida em que o seu campo de atuação é essencialmente nacional, e a sua impotência técnica, na medida em que não dispõe de computadores sequer para acompanhar o que está acontecendo.[4]

Por trás desta desarticulação encontramos aqui a dimensão espacial do descompasso entre a rapidez da evolução das técnicas, e a relativa lentidão das transformações institucionais, gerando uma ampla esfera econômica mundial sem controle ou regulação, e uma perda generalizada de governabilidade no planeta. No conjunto as instituições que surgiram de Bretton Woods, como o Gatt, o Fmi e o Banco Mundial, foram dimensionadas para ajudar a regular relações internacionais, ou seja, entre nações, e não globais, e se encontram amplamente ultrapassadas.

Na ausência de governo mundial, formaram-se segmentos bem mais globais do que os outros: trata-se de uma globalização hierarquizada. Navegam com confiança neste espaço as cerca de 500 a 600 grandes empresas transnacionais que comandam 25% das atividades econômicas mundiais, e controlam cerca de 80 a 90% das inovações tecnológicas. Estas empresas pertencem aos Estados Unidos, Japão, Alemanha, Grã-Bretanha e poucos mais, e constituem um poderoso instrumento de elitização da economia mundial. No dizer franco de um economista, neste sistema, “quem não faz parte do rolo compressor, faz parte da estrada”. A verdade é que uma ampla maioria das populações do mundo hoje faz parte “da estrada”.

Mas sobretudo, a globalização não é geral. Se olharmos o nosso cotidiano, desde a casa onde moramos, a escola dos nossos filhos, o médico para a família, o local de trabalho, até os horti-fruti-granjeiros da nossa alimentação cotidiana, trata-se de atividades de espaço local, e não global. É preciso, neste sentido, distinguir entre os produtos globais que indiscutivelmente hoje existem, como o automóvel, o computador e vários outros, e os outros níveis de atividade econômica e social. Isto nos evitará batalhas inúteis – não há nenhuma razão para que um país tenha de se dotar de uma indústria automobilística para ser moderno – ao mesmo tempo que nos permitirá enfrentar melhor as batalhas possíveis.[5] Daí a necessidade de substituirmos a visão de que “tudo se globalizou”, por uma melhor compreensão de como os diversos espaços do nosso desenvolvimento se diferenciaram e se rearticulam, cada nível apresentando os seus problemas e as suas oportunidades, e a totalidade representando um sistema mais complexo.

A FORMAÇÃO DOS BLOCOS

A formação de blocos, vista como tendência geral, ou simples transição para o global,  constitui outra visão simplificadora.

A Comunidade Européia surge nos anos 1950 numa situação histórica precisa, de um conjunto de paises pequenos e médios prensados entre dois mega-poderes, da União Soviética de um lado, e dos Estados Unidos do outro, e buscando recuperar um mínimo de peso específico para não se verem engolidos no processo. Surge também do choque de civilização que foi para a Europa ocidental constatar a que nível de barbárie os nacionalismos estreitos podem levar. Hoje, a União Européia atrai novos paises pela simples força de arrasto de uma economia de 7 trilhões de dólares, com o seu núcleo dominante constituido pela Alemanha, com 1,8 trilhão de dólares de PIB, a França com 1,3, a Itália com 1,2 e o Reino Unido com 0,9. Estes quatro paises somam um PIB de 5,2 trilhões.

A Associação Norte Americana de Livre Comércio (NAFTA) é por sua vez claramente a associação do que já estava associado. É bom lembrar que os Estados Unidos têm um PIB da ordem de 7 trilhões de dólares, e 255 milhões de habitantes: em termos econômicos, não é a associação com o Canadá com os seus 500 bilhões de dólares de PIB que iria modificar radicalmente a situação, e muito menos com o México e os seus 330 bilhões. O que há de real é aqui também o poder de arrasto de uma mega-economia, cuja osmose econômica com os dois países vizinhos, que já era realidade há tempos, veio apenas ganhar forma organizada.

A formação da zona de co-prosperidade asiática é igualmente tributária do poder de um gigante econômico de 4 trilhões de dólares, o Japão: é bastante óbvio o poder de atração exercido sobre satélites do porte da República da Coréia, com um PIB de 300 bilhões de dólares, de Cingapura, com 40 bilhões (1,1% do produto japonês!) ou de Hong Kong com 80 bilhões.

Ainda não se sabe como se configurará a geo-política das novas repúblicas do leste europeu relativamente à Rússia. No entanto, de forma geral é claro que os blocos realmente existentes constituem essencialmente uma aproximação de satélites em torno de tres gigantes econômicos, que controlam quase tres quartos da produção mundial. Transformar este poder de atração das tres grandes potências em tendência geral para formação blocos, constitui uma transposição sem muito sentido.

Assim, os entusiasmos passageiros com a ALALC, o Grupo Andino e tantos outros que já surgiram têm de ser moderados, e no caso do Mercosul, temos de trabalhar com boa dose de realismo. O Uruguai tem 3,1 milhões de habitantes, o Paraguai tem 4,5 milhões, e os dois paises somam um PIB de 15 bilhões de dólares, cerca do dobro do produto da Baixada Santista. O Brasil tem um PIB da ordem de 500 bilhões de dólares. A Argentina, com 33 milhões de habitantes, e um PIB da ordem de 200 bilhões de dólares, constitui sem dúvida um aporte significativo, mas no conjunto o nosso “bloquinho” ficaria mais ou menos na dimensão da economia espanhola, ela mesma um sócio menor da União Européia. Este raciocínio não significa que a aproximação não seja sumamente válida, mas nos traz uma visão mais realista do que representamos e nos orienta melhor para as estratégias a adotar, evitando simplificações abusivas. Trata-se menos da formação de um bloco com sentido próprio, do que de uma estratégia destinada a melhorarmos, coletivamente, o nosso relacionamento com os blocos realmente existentes.

Assim, no conjunto, a formação de blocos não representa para os países do Terceiro Mundo a mesma dinâmica que a que foi originada com as mega-potências econômicas, e a aproximação entre as economias pobres deverá passar bastante mais pela definição de políticas comuns frente aos países dominantes, buscando uma inserção mais   vantajosa na economia internacional, ao mesmo tempo que se deverá trabalhar uma integração efetiva do tecido econômico e institucional através de formas descentralizadas de cooperação.[6]

Bibliografia
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[1] Ladislau Dowbor, é doutor em Ciências Econômicas pela Escola Central de Planejamento e Estatística de Varsóvia, professor titular da PUC de São Paulo e da Universidade Metodista de São Paulo, e consultor de diversas agências das Nações Unidas. É autor de “A Reprodução Social”, editora Vozes 1998, e de numerosos trabalhos sobre planejamento econômico e social. Foi Secretário de Negócios Extraordinários da Prefeitura de São Paulo. E-mail ladislau@ppbr.com; home-page  http://ppbr.com/ld

[2] – No Brasil, o “Small is Beautiful” de Schumacher foi editado com o título de “O Negócio é ser Pequeno”,  pela Zahar

[3] – “É possível que os mercados impressionem dos pontos de vista econômico e tecnológico. No entanto, têm pouco valor se não servem para melhorar o desenvolvimento humano. Os mercados são meios. O desenvolvimento humano é o fim”. PNUD, Desarrollo Humano 1992

[4] – Ver Joel Kurtzman, The Death of Money, (A morte do dinheiro) Simon & Schuster, New York 1993; Wall Street dispõe hoje dos equipamentos e dos softwares incomparavelmente mais avançados, atraindo inclusive a nata dos físicos e matemáticos das grandes instituições de pesquisa. Resumindo a situação, Kurtzman constata que “a economia financeira, que costumava ser o rabo, hoje é o cachorro…Ainda que as exportações reais na América tenham crescido recentemente, ainda somam menos em um ano do que o que se troca antes do almoço nos mercados especulativos mundiais” p. 65.

[5] – Não se trata aqui de aceitar a priori desigualdades econômicas, e sim de entender que produzir bem o essencial, que frequentemente depende de uma boa organização do espaço nacional ou local, abre melhor os caminhos para a inserção internacional do que avançar com ilhas tecnológicas inseguras sem um sólido lastro de tecido econômico organizado internamente. Qual a sustentabilidade de exportarmos aviões ao mesmo tempo que que mais da metade da mão de obra do país conta com  quatro anos ou menos de formação escolar?

[6] – ver por exemplo a iniciativa de Porto Alegre de criar um Trade Point Porto Alegre, associando a prefeitura com diversos atores sociais locais para promover a aproximação entre pequenas e médias empresas de diversos países – Um exemplo concreto de reforma do Estado, Tarso Genro e José Antonio Alonso, Folha de São Paulo, 12 de Junho de 1995

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