O PROTAGONISMO DA SOCIEDADE

CONTAR A HISTÓRIA

SUNDERHUS; Adolfo Brás[1]

Contar à história…

Um fato. Contar a história que não foi contada ou que foi de forma proposital omitida mesmo por aqueles que sempre a contaram e continuam contando e uma constante busca da sociedade.

Contar a história de uma sociedade ou de um grupo de pessoas a partir de mudança ou com um olhar critico e não subserviente apresenta um alto grau de comprometimento e de risco já que toda história apresenta-se sob inúmeras facetas e pode ser abordada de uma infinidade de formas e natureza. E neste contexto a história e seus contadores não pode abrir mão de que a sociedade merece explicações com maior detalhamento a partir de um processo histórico alicerçado na forma participativa e democrática de sua construção.

Esta história não pode deixar esquecido que o protagonismo da sociedade seja substituído pela representação democrática exercida pelo seu representante legal – legislador, para ele próprio ter por esquecida toda esta construção no exercício de suas funções e no estabelecimento de um novo poder, individualizado e sem compromisso e comprometimento com a sociedade.

Os fatos e os acontecimentos sejam eles do presente ou do passado e aqueles que viram tem muito forte o víeis de serem formatados a partir da luta dos movimentos sociais organizados de base comunitária cuja decisão se deu a partir de um rico diálogo permanente que pode dividir opiniões, que pode ser em algum momento conflituoso, mas que a partir do entendimento torna-se consenso. Esta riqueza faz parte da história da sociedade em todos os seus tempos e épocas. Estas características formam o que chamamos de bandeiras de luta expressas por uma sociedade de forma própria a partir dos diversos espaços sociais construídos diante de suas necessidades, de sua força e de sua importância.

Caminhamos a partir desta bandeira de luta definida pela sociedade que não deve e não pode permitir que seus passos e sua caminhada sejam apropriados por aqueles que se dizem “representantes desta sociedade” em sua forma legal constitucional do poder público executivo e legislativo.

A sociedade deve ser a protagonistas e autora desta história e desta bandeira de luta. Deve ser a contadora desta história dentro deste momento, pois assim com certeza ela se fará real em qualquer instancia de natureza política administrativa cabendo a ela o verdadeiro valor público.



[1] Engenheiro agrônomoCREA – ES 2146 D / 11ª RegiãoGraduação em Agronomia – UFES, Alegre – ES, Brasil
ÁREAS DE ATUAÇÃO
1-         Organização Social e Redes Solidárias
2-         Microfinanças sociais
3-         Análise de Cadeias Produtivas
4-         Custo de Produção dos Arranjos Produtivos Locais
5-         Projetos Captação de Recursos – Agropecuária
6-         Projetos de Recuperação Ambiental

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