UM PLANO DE GOVERNO PARA O POVO

UM CONVITE A TODOS E TODAS – UM PLANO DE GOVERNO PARA O POVO!

SUNDERHUS; Adolfo Brás[1]

A campanha eleitoral já está de “vento em popa”, como diria nossos queridos pais e avós.

Temos muitos candidatos, resta saber o potencial de sucesso de cada um. E esse potencial de sucesso e expresso muitas das vezes por uma mensagem na forma dos “santinhos”. Uma mensagem “positiva do candidato”. Outro caminho agora a ser muito utilizado pelos “aspirantes a cargos públicos” são as redes sociais que desempenham um importante trabalho no sentido do fortalecimento do espírito democrático da comunicação – acesso a todos e todas, contribuindo de forma positiva para a proposição de ideias e para o debate das mesmas. Lógico que estamos muito devagar neste quesito, mas certamente o seu uso e fundamental para que, já agora e no futuro, possamos ter melhores resultados, e temos que começar agora. Também e sempre bom lembrar que “quem chega primeiro bebe água limpa”, este ditado popular e forte.

Temos bons candidatos sim. O que precisamos saber e a qualidade dos cidadãos eleitores. Então fica a pergunta: você se lembra em quem votou nas últimas eleições para este pleito? O seu candidato foi vitorioso? Depois da eleição você teve a oportunidade de sentar junto a ele para um “papo olho no olho”? E importante fazer esta reflexão interior para que você faça o seu próprio julgamento enquanto cidadão. Dentro desta reflexão faça, para este momento, uma seleção de propostas sendo uma de natureza geral e as outras duas de natureza mais para sua comunidade, para o seu bairro. Não e tão difícil assim.

Uma das fortes discussões que precisa ser feita diz respeito às diferenças sociais, produtivas e econômicas, que são de uma singular brutalidade, onde os problemas podem se agravar. Outra discussão importante e de como se dará a distribuição dos direitos aos cidadãos, quais são as propostas para viabilização de sistemas de transporte coletivo, do saneamento básico, da mobilidade dos pedestres e veículos, da mobilidade para aqueles que tem algum tipo de deficiência, da inclusão social e produtiva e da segurança. Isto se falar ao direito a creches, escolas, parques e praças, vias públicas, drenagem, habitação, dentre outros.

Paramos. Estamos parados, inertes durante décadas com a crise econômica estabelecida ao longo dos últimos 25 anos do século passado. Estamos visivelmente parados no que tangem aos esforços para se por a casa em ordem.  Assim, há muito a ser feito e também a ser refeito. Estamos vivendo um novo paradigma que se estabelece por um cenário de dominação política, econômica e cultural eletrônica que medem apenas a escala do ter e do consumir, muito distante das nossas reais necessidades. Precisamos construir e reconstruir paradigmas que façam parte de um plano de prioridades dentro da realidade local, definido por critérios técnicos mais sociais e eficazes quanto a justiça e igualdade, e não se trata de todos terem a mesma coisa, o mesmo tamanho, mas de equilíbrio social produtivo e econômico.

Desta forma e preciso nos mobilizarmos para que os candidatos “aspirantes a cargos públicos” possam, nos próximos meses, construir um plano de prioridades realista e definido por critérios técnicos e sociais realmente eficazes, tendo a sociedade organizada como o seu protagonista e não um mero espectador de propostas construídas por um único pensar.

[1] Engenheiro agrônomo
CREA – ES 2146 D / 11ª Região
Graduação em Agronomia – UFES, Alegre – ES

 

 

 

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