Agricultura Familiar e Camponesa

A agricultura familiar e camponesa é um tema importante por tratar-se de um grupo produtivo e social com lugar de destaque na produção primária de alimentos e na transformação de produtos, movimentando a economia local, gerando postos de trabalho, promovendo riqueza, ocupação e inclusão social e produtiva no meio rural.

Este segmento gera novas alternativas econômicas com respeito à diversidade cultural e ambiental através de um conjunto de valores e técnicas, coerentes com a finalidade do seu sistema produtivo e com suas necessidades essenciais,  integrada ao meio ambiente, determinando as razões que permitem explicar por que a agricultura familiar e camponesa tem valores humanos e sociais que a distinguem e qualificam no meio rural.

GERENCIAMENTO DA UNIDADE DE PRODUÇÃO FAMILIAR – PARTE I 

A agricultura, desde os seus primórdios, passa por fortes transformações econômicas e políticas que tem deixado para a sociedade um legado de alterações sociais e ambientais capazes de colocar em risco a sua sustentabilidade e da própria sociedade. Leia mais…

GERENCIAMENTO DA UNIDADE DE PRODUÇÃO FAMILIAR – PARTE II

Até a década de 70 os agricultores familiares tinham como meta a produção de alimentos para o consumo das famílias e o excedente quando assim o tinha era destinado a comercialização com o objetivo de adquirir os bens que não eram produzidos na unidade de produção familiar buscando assegurar a subsistência da família. Leia mais…

GERENCIAMENTO DA UNIDADE DE PRODUÇÃO FAMILIAR – PARTE III 

Gerenciar ou administrar a unidade de produção familiar deve ser entendido de forma simples e objetiva como a maneira com que você usa os recursos disponíveis para sua sustentabilidade econômica e social. Leia mais…

AGRO ECOLOGIA – PARTE I 

A agricultura desde o seu estabelecimento enquanto atividade produtiva e geradora de trabalho e renda passa por importantes transformações de natureza política e econômica que tem deixado para a sociedade rural e urbana um legado de alterações sociais e ambientais capazes de colocar em risco a sua sustentabilidade e da própria sociedade expressada pela busca desenfreada do homem pela dominação da natureza ampliando a visão produtivista e de capital influenciando de forma significativa o comportamento social e cultural das populações do meio rural. Leia mais…

AGRO ECOLOGIA – PARTE II

Hoje as tecnologias disponíveis são caras e excludentes aos agricultores familiares e para uma agricultura inteligente e para vida. Leia mais…

AGRO ECOLOGIA – PARTE III 

Sabe-se que não existe a utilização de agrotóxicos numa mata inicial, numa floresta. Todos os processos microbiológicos que acontecem, as relações entre insetos, microorganismos, bactérias, fungos, entre as plantas e animais nunca tiveram a interferência de agressivos químicos – adubos solúveis e agrotóxicos (venenos). A agricultura experimenta um processo de desenvolvimento construído sobre o uso dos recursos naturais de forma acelerada através do desmatamento, do esgotamento do solo pelas práticas agrícolas que provocam arraste de camadas férteis do solo pela erosão; do uso contínuo e crescente de agressivos químicos – adubos químicos solúveis e agrotóxicos (venenos). Leia mais…

A AGRICULTURA FAMILIAR E O SABER DOS AGRICULTORES

Tecnologias caras são excludentes aos agricultores familiares. Mas quando geradas dentro de sua lógica de entendimento e prática discutidos, criam-se espaços que podem ser ocupados, principalmente se apoiados em ações que potencializam a participação dos agricultores familiares nesta geração de conhecimentos e saberes. Leia mais…

AGROPOLOS

A lógica da produção familiar está fortemente alicerçada na diversificação e na integração de atividades vegetais, animais, de transformação primária e de prestação de serviços e, por trabalharem em ambientes naturais com forte demarcação geográfica e em menores escalas sedimenta-se e se fortalece como a chave para representação de um modelo de desenvolvimento de uma agricultura de natureza sustentável. Leia mais…

AGRONEGOCIO – UMA REALIDADE A SERVIÇO DO CAPITAL

O termo agronegócio ou agro business e um termo técnico que não expressa à linguagem do agricultor familiar. Este termo se refere ao desenvolvimento das atividades agropecuárias por setores como o latifúndio, a indústria dos agressivos químicos aqui representados pelos adubos solúveis e pelos agrotóxicos – venenos, da indústria dos maquinários pesados enfim, os quais nunca tiveram nenhum interesse no desenvolvimento e no fortalecimento da agricultura familiar e de suas formas de representação. Mas enfim como podemos definir esta atividade que tomou conta dos meios de comunicação, da economia e, sobretudo da consciência da classe política. Leia mais…

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DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO: da dependência ao protagonismo do agricultor

A agricultura de natureza familiar e ou campesina deste os seus primórdios tem se sustentado e se desenvolvido a partir dos conhecimentos e saberes passados de geração em geração e pela interlocução com políticas públicas de natureza emancipatórias que geram oportunidade de fortalecimento e desenvolvimento produtivo economico social e político.

Assim buscando enriquecer o conhecimento e nossa prosa sobre este tema estará a partir de hoje sendo postado toda semana no Terra&Prosa o LIVRO DOS POBRES RURAIS que terá como objetivo aumentar e enriquecer nossa leitura e prosa que aborda o tema central deste blog focado no desenvolvimento sustentável.

Uma boa leitura e reflexão. Leia mais…

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CRESCIMENTO AGROPECUÁRIO COM EQÜIDADE E NEOLIBERALISMO ECONÔMICO: DOS DITOS AOS FATOS

Os países da América Latina necessitam que todos os seus agricultores façam uma agricultura rentável e competitiva; não só por imperativos de justiça social,mas também porque a agricultura em sua globalidade tem potencialidades para oferecer uma contribuição muito mais significativa à solução dos grandes problemas nacionais. Leia mais…

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EQÜIDADE E RENTABILIDADE: COM MAIS RECURSOS OU COM MELHORES CONHECIMENTOS?

A profunda contradição que existe entre: a) ter a urgente necessidade de que todos os agricultores se modernizem; e b) não dispor no presente (e provavelmente em um futuro previsível) dos recursos para fazê-lo pela via convencional, nos conduz à óbvia necessidade de dotar os agricultores de conhecimentos, habilidades, destrezas e atitudes para que eles mesmos queiram, saibam e possam protagonizar a solução dos seus próprios problemas através de um modelo. Leia mais…

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OS GRANDES PROBLEMAS DOS PEQUENOS AGRICULTORES

Na América Latina, mais de 13,5 milhões de pequenos agricultores vivem uma realidade produtiva e comercial similar. Eles representam 78% do total das unidades de produção agropecuária desta Regi. Esses agricultores enfrentam múltiplos problemas e dificuldades, os quais para efeitos didáticos classificamos em duas categorias:

a) problemas externos: aqueles que se originam fora das propriedades e comunidades, ou cuja solução não depende ou está fora do controle dos agricultores;

b) problemas internos: os que se originam dentro das propriedades e comunidades, e cuja solução está (ou poderia estar) ao alcance das famílias rurais. Leia mais…

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ESTRATÉGIA PARA UM DESENVOLVIMENTO MAIS ENDÓGENO E AUTOGESTIONÁRIO

Existem múltiplas propostas para conseguir que os agricultores se tornem rentáveis e competitivas. Todavia, nenhuma delas será eficaz enquanto continuar vigente os baixíssimos rendimentos e renda que tais distorções acarretam. Enquanto ambos persistirem, de pouco servirão os artifícios efêmeros tais como subsídios ou protecionismos. É por esta razão básica que a única via realista para alcançar a rentabilidade e a competitividade é através da introdução de inovações tecnológicas e gerenciais; para que os agricultores se tornem mais eficientes e elevem sua própria produtividade e os rendimentos dos escassos recursos que possuem (se são escassos com maior razão é necessário que sejam mais produtivos). Leia mais…

DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE DA AGRICULTURA FAMILIAR

O ambiente natural é a base de referência que condiciona a diversidade e os contrastes entre os ecossistemas. Os seus componentes e fatores respectivos são fortes condicionantes e indicadores das potencialidades e dos limites dos seus recursos naturais, determinando as diferentes condições para o seu uso e manejo. O Estado do Espírito Santo apresenta-se com uma diversidade de ambientes e diferenciações socio-ecológicas que se justapõem em curtas distâncias, que levam a equívocos técnicos quando se pretende interpretar, analisar e avaliar os objetivos propostos em trabalhos de natureza sócio-economico-ambiental. Leia mais…

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ALTERNATIVAS TECNOLÓGICAS, GERENCIAIS E ORGANIZACIONAIS PARA UM DESENVOLVIMENTO MAIS ENDÓGENO E AUTOGESTIONÁRIO

Neste capítulo serão apresentadas várias alternativas tecnológicas, gerenciais e organizacionais com o objetivo de demonstrar que os agricultores poderiam diminuir de forma muito significativa, sua dependência dos fatores externos e protagonizar seu autodesenvolvimento; com a condição que eles dispusessem de tecnologias apropriadas e estivessem capacitados para adotar as seguintes inovações. Leia mais…

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ALTERNATIVAS TECNOLÓGICAS, GERENCIAIS E ORGANIZACIONAIS PARA UM DESENVOLVIMENTO MAIS ENDÓGENO E AUTOGESTIONÁRIO

CONTINUAÇÃO… Leia mais…

A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL NA AGRICULTURA FAMILIAR

Um forte processo de transformação, social, econômica, cultural e política, se estabeleceu no final dos anos 70 mais tarde “batizado” de globalização, sentenciando assim todos os valores construídos com base no equilíbrio e dinâmica econômica da sociedade e de suas relações sociais.

Assim o capitalismo passa a se nutrir de forças poderosas. Não busca suas energias de transformação na tradição e cultura da sociedade e sim no MERCADO, fazendo com que esta nova identidade surpreendentemente dinâmica nunca se de ao luxo de manifestar apego ou predileção pelo passado. Os fortes e frios cálculos econômicos rompem com todas as velhas formulas e velhos paradigmas para dar visão a uma nova estratégia decomportamento: a visão capitalista pelo capital. Assim a proposta passa a ser DESTRUIR E CRIAR. Leia mais…

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A FACTIBILIDADE E EFICÁCIA DA ESTRATÉGIA PROPOSTA

As 12 alternativas descritas no capítulo anterior poderiam ser adotada integral, oportuna e corretamente pelos pequenos produtores, apesar das suas reconhecidas restrições produtivas; com a única condição de que eles estivessem capacitados e dispusessem de tecnologias compatíveis com os recursos que realmente possuem. Estas alternativas se adequam à sua situação de escassez de recursos. Leia mais…

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O PROTAGONISMO DOS AGRICULTORES TEM SEUS LIMITES: O ESTADO NÃO PODE DESFAZER-SE DOS SERVIÇOS ESTRATÉGICOS

Nos capítulos anteriores se tratou de demonstrar que os pequenos agricultores podem conseguir resultados extraordinários em termos de aumento da produção, da produtividade e de renda; por escassos que sejam seus recursos de capital, por adversas que sejam as condições físico-produtivas das suas propriedades e por limitadas que sejam as alocações de recursos e serviços externos a seus sítios e comunidades. Isto indica que eles também podem alcançar a eficiência, transformar-se em pequenos empresários conectados com o mercado em forma competitiva; enfim que podem modernizar-se sem modernismos e sem consumismos tecnológicos. Leia mais…

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A TECNIFICAÇÃO DA AGRICULTURA COMO REQUISITO PARA O DESENVOLVIMENTO RURAL

Nos capítulos anteriores se tratou de demonstrar que os pequenos agricultores, apesar das suas reconhecidas restrições têm reais possibilidades de melhorar em forma muito significativa a sua produção, produtividade e organização, e como conseqüência a sua renda; isto é, se tratou de demonstrar que eles podem promover o seudesenvolvimento econômico. Não obstante, isto não é suficiente; alcançar tal desenvolvimento é somente um meio (e de certo modo uma estratégia) para conseguir o objetivo final que é o desenvolvimento rural, entendido como o melhoramento das condições econômicas, sociais, culturais e políticas de todos os habitantes do meio rural. Leia mais…

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PRINCÍPIOS ESTRATÉGICOS E METODOLÓGICOS PARA QUE OS AGRICULTORES PROTAGONIZEM O SEU DESENVOLVIMENTO

Com o objetivo de promover o desenvolvimento agropecuário através deste modelo mais endógeno e autogestionário, deverão ser seguidos alguns princípios estratégicos e metodológicos, entre os quais se destacam os seguintes. Leia mais…

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PRINCÍPIOS ESTRATÉGICOS E METODOLÓGICOS PARA QUE OS AGRICULTORES PROTAGONIZEM O SEU DESENVOLVIMENTO … continuação

É importante destacar que ao iniciar pelos problemas mais simples, os agricultores se vão autocapacitando(aprendendo a solucioná-los), vão adquirindo autoconfiança (perdendo temor às inovações e aos riscos) e se vãocapitalizando (gerando na propriedade os recursos necessários para outras inovações de maior custo). Ao enfrentar de maneira gradual a solução dos problemas, os agricultores estarão eliminando três importantes e freqüentes obstáculos ao desenvolvimento; isto é, falta de conhecimentos, falta de autoconfiança e insuficiência de recursos. Assim começam a romper o círculo vicioso do subdesenvolvimento, porque a gradualidade tem um forte efeito educativo e motivador para a ação. Leia mais…

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PRINCÍPIOS ESTRATÉGICOS E METODOLÓGICOS PARA QUE OS AGRICULTORES PROTAGONIZEM O SEU DESENVOLVIMENTO

Os projetos em pequena escala são mais ágeis, mais facilmente manejáveis e existe maior confiança recíproca entre os membros do grupo quando o número de agricultores que o integram é reduzido. Ao contrário, os grandes projetos de âmbito nacional, centralizados, verticalizados e burocratizados, são mais caros, menos eficientes e geralmente atribuem maior importância (na assignação dos recursos e na alocação de tempo do pessoal) aosmeios (controles, fiscalizações, processamento de dados) que aos fins institucionais. O efeito multiplicador e irradiador de uns poucos agricultores que conseguem resultados de grande impacto é muito maior que o efeito de muitos agricultores que obtêm resultados apenas medíocres; isto é especialmente importante se se considera que temos poucos extensionistas e consequentemente os resultados deverão ser impactantes para que se difundam por si mesmos. Leia mais…

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ALGUNS OBSTÁCULOS QUE DIFICULTAM A APLICAÇÃO DO MODELO PROPOSTO

Quando as propostas em prol de um desenvolvimento agropecuário mais endógeno e menos dependente de fatores externos começaram a surgir na América Latina, seus postulados tinham pouca credibilidade já que soavam a utopia ou lirismo. Contribuíram para este ceticismo a radicalização e a polarização de certas propostas, algumas ingênuas. Leia mais…

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ALGUNS OBSTÁCULOS QUE DIFICULTAM A APLICAÇÃO DO MODELO PROPOSTO

O imenso e complexo desafio da equidade, Elevar a oferta de efetivas oportunidades de desenvolvimento de 10% para 100% dos agricultores, enquanto os recursos para fazê-lo diminuem, em vez de aumentar. Exige a urgente adequação na formação dos profissionais de ciências agrárias para que eles, além de promover o necessáriodesenvolvimento da agricultura empresarial, também estejam em efetivas condições de transformar a estagnação na prosperidade mesmo que os agricultores não tenham acesso, como de fato, grande parte deles não o tem, aos fatores clássicos de tecnificação agropecuária. Leia mais…

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ALGUNS OBSTÁCULOS QUE DIFICULTAM A APLICAÇÃO DO MODELO PROPOSTO

A influência dos fabricantes e provedores de insumos e maquinaria. Eles naturalmente têm interesse em vender mais fertilizantes, pesticidas, rações e máquinas agrícolas. Devido a que este modelo alternativo, não enfatiza o uso intensivo de bens que possam ser comercializáveis ou patenteáveis pelos grupos industriais, não conta então com o apoio dos mesmos. Os representantes destes grupos de interesses têm acesso e exercem forte influência nos governos, parlamentos, universidades, centros de pesquisa e meios de comunicação. É através dessas instituições que influenciam os formuladores e executores das políticas agrícolas dos países. Com estas variadas influências contribuem para que se crie a nível dos profissionais e agricultores, a equivocada convicção de que a única alternativa para desenvolver a agricultura é através do uso massivo de sementes de alto potencial genético, de fertilizantes, inseticidas, fungicidas, rações, tratores, etc., e que para fazê-lo possível se requer de abundantes créditos e subvenções. Leia mais…

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ALGUNS OBSTÁCULOS QUE DIFICULTAM A APLICAÇÃO DO MODELO PROPOSTO

Quando os agricultores, estimulados por influências populistas, reivindicam ao governo reformas estruturais, subsídios, recursos materiais e decisões de alto nível, que estão acima das possibilidades do Estado, se desgastam, caem no descrédito e perdem seu tempo porque o Estado geralmente não tem recursos nem mecanismos operativos para satisfazer a todos; e perdem também a oportunidade de reivindicar medidas política e economicamente factíveis, que o governo poderia e deveria oferecer a todos os agricultores. Leia mais…

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COMO ENFRENTAR A ADVERSIDADE PRODUTIVA E A ESCASSEZ DE RECURSOS

Neste capítulo se tratará de demonstrar que:

a) alguns fatores de produção escassos podem ser substituídos por outros mais abundantes, sem perder eficiência produtiva e econômica;

b) certas tecnologias complexas e caras podem ser substituídas por outras mais simples e de menor custo;

c) vários insumos industrializados podem ser substituídos por sucedâneos produzidos dentro da propriedade;

d) alguns insumos industrializados podem ser eliminados ou fortemente diminuídos nos processos produtivos;

e) o uso de insumos externos pode ser diminuído sem reduzir os rendimentos que atualmente obtêm os agricultores;

f) os rendimentos podem ser aumentados mantendo o atual nível de utilização de insumos e os mesmos gastos; e finalmente

g) a adversidade físico produtiva e a escassez de recursos não são obstáculos insuperáveis que devam continuar mantendo os agricultores no círculo vicioso de miséria.

Para demonstrar estas asseverações, se analisarão os principais fatores que convencionalmente são apontados como restritivos e obstaculizadores do desenvolvimento agropecuário. Em cada caso se indicará um conjunto de alternativas que permitirá eliminá-los ou torná-los menos importantes e inclusive prescindíveis. Leia mais…

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O QUE FAZER QUANDO O CRÉDITO É ESCASSO E INACESSÍVEL?

Os recursos que o Estado destina aos programas de crédito rural são reconhecidamente insuficientes; os altos custos operativos das agências oficiais de crédito, a concessão de subsídios, a alta morosidade na recuperação dos empréstimos e as anistias de dívidas, os tornam (ou tornaram) ainda mais insuficientes; além do mais, os trâmites administrativos para sua obtenção são normalmente muito burocratizados. Leia mais…

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O QUE FAZER QUANDO AS SEMENTES MELHORADAS SÃO EXCESSIVAMENTE CARAS?

As sementes melhoradas têm um grande potencial para aumentar os rendimentos por superfície cultivada; em alguns casos, a simples mudança deste fator permite obter extraordinários incrementos na produtividade. Apesar disto e por distintas razões, os pequenos agricultores normalmente não utilizam sementes de melhor qualidade (genética, física, sanitária e fisiológica); os baixos rendimentos que por tal motivo obtêm, requerem que ampliem a superfície cultivada muito além do que seria necessário; esta ampliação exige uma esgotadora e desnecessária utilização de mão-de-obra. Os agricultores não podem seguir semeando grãos de baixa produtividade e dessa forma estar condenados a uma produção insuficiente; mui especialmente em zonas de minifúndio, onde com mais razão é necessário obter maior quantidade de alimentos por unidade de terra, quer seja cultivando variedades mais precoces, mais produtivas ou mais nutritivas. Leia mais…

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O QUE FAZER QUANDO AS RAÇÕES E CONCENTRADOS SÃO MUITO CAROS?

“Convém assinalar que nos programas governamentais da maioria dos países latino americanos, o aspecto alimentação é o que menos atenção recebe. Com frequência se sustenta que a baixa produção dos animais das pequenas unidades agropecuárias, se deve ao seu baixo potencial genético. Sob essa premissa, se investem somas consideráveis de dinheiro em importações de animais de “melhor” qualidade genética e em programas de inseminação artificial e até transferência de embriões com resultados negativos.Leia mais…

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O QUE FAZER PARA MELHORAR O POTENCIAL GENÉTICO DOS ANIMAIS?

Os pequenos agricultores normalmente têm poucos animais de produção, em virtude da insuficiência de recursos para adquiri-los em maior quantidade, da reduzida superfície de suas terras e da baixa capacidade de suporte de suas pastagens. Agrava esta situação o fato de que necessitam de um reprodutor e têm poucas fêmeas; por tal motivo geralmente existe um superdimensionamento do primeiro em relação com o número de fêmeas (por exemplo tem um reprodutor para cinco vacas, quando o ideal seria um para 25 ou 30 fêmeas). Em virtude deste superdimensionamento, os produtores contribuem, sem querer, para que a superfície de sua terra escassa seja ainda mais reduzida, porque o reprodutor ocupa o espaço e consome os alimentos que poderiam ser destinados a mais de uma fêmea adicional. O outro agravante é que tanto os reprodutores como as fêmeas geralmente são de baixo potencial genético e cada pequeno agricultor não pode ter um bom reprodutor. Leia mais…

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O QUE FAZER QUANDO OS INSUMOS AGRÍCOLAS SÃO MUITO CAROS?

Se por falta de orientação, os agricultores cometem em suas atividades produtivas algumas das distorções mencionadas neste documento, necessitarão utilizar crescentes quantidades de insumos, os quais em grande parte se desperdiçarão e não produzirão os resultados desejados. Infelizmente, existe uma forte pressão por parte dos interesses comerciais, que utilizam eficazes e poderosos meios publicitários para motivar aos agricultores a comprar e utilizar mais insumos industrializados e outros componentes materiais que podem ser patenteados e comercializados pelas grandes empresas que os fabricam. Leia mais…

O LIVRO DOS POBRES RURAIS

COMO MELHORAR A RELAÇÃO INSUMO / PRODUTO E AUMENTAR OS LUCROS?

Os agricultores se queixam, com razão: que a relação insumo/produto na atividade agropecuária é cada vez mais desfavorável; que eles necessitam utilizar uma maior quantidade de insumos para obter a mesma quantidade de produto; que os preços dos insumos aumentam muito mais que os preços de seus produtos (porque existem demasiados elos no circuito industrial e comercial, antes e depois da etapa de produção propriamente dita); e que eles necessitam entregar mais quilos de produto para comprar uma mesma quantidade de insumo. Leia mais…

AGRICULTURA FAMILIAR – DESAFIANDO UM PARADIGMA SOCIAL ECONOMICO E POLÍTICO

A sustentabilidade do desenvolvimento para ser operacionalizada além dos interesses econômicos e das classes sociais tem que compatibilizar o que deve sustentar-se do que deve desenvolver-se. Assim a sustentabilidade deve ser entendida de uma forma dinâmica e o desenvolvimento deve pressupor limites para efetivação do bem estar econômico para poder se realizar um bem estar social e ambiental. Leia mais…

AGRICULTURA FAMILIAR – OS LIMITES GEOGRÁFICOS DA UNIDADE DE PRODUÇÃO FAMILIAR

A agricultura, desde os seus primórdios, passa por fortes e importantes transformações de natureza política, econômica que tem deixado para a sociedade rural e urbana um legado de alterações sociais e ambientais capazes de colocar em risco a sua sustentabilidade e da própria sociedade. Do princípio em que se tinha uma agricultura nômade para atender às necessidades básicas de sobrevivência social evoluiu com o crescimento da sociedade buscando atender às suas necessidades de sustentação. Leia mais…

AGRICULTURA FAMILIAR – DESAFIANDO PARADIGMAS 

A sustentabilidade do desenvolvimento para ser operacionalizada além dos interesses econômicos e das classes sociais envolvidas neste processo tem que compatibilizar o que deve sustentar-se do que deve desenvolver-se.

Desta forma podemos entender o desenvolvimento sustentável alicerçado em três eixos fundamentais: o econômico, o social e o ambiental, formando um tripé inter-relacionado num processo de transformação que ultrapassa os limites geográficos e políticos, tendo a sobrevivência do ser humano e de todas as espécies como o seu maior objetivo. Leia mais…

A PLURIATIVIDADE NA AGRICULTURA FAMILIAR

A unidade de produção familiar tem a capacidade de elaborar novas estratégias para se adaptar às condições e exigências econômicas e sociais e de comercio do mundo contemporâneo. Esses novos arranjos dialogam apresentam estreita relação com a tradição, com a cultura dos agricultores familiares e camponeses e não se limitam ao plano das relações observáveis empiricamente e também não são frutos de uma deliberação individual. Estes novos valores podem ser formulados ou antigos valores serem resgatados como a revalorização da vida rural camponesa e da natureza ou como a noção de liberdade associada ao trabalho por conta própria ou de natureza coletiva e familiar  na busca de respostas aos diversos ciclos de natureza produtiva, de relações sociais e  econômicas. Leia mais…

A AGRICULTURA FAMILIAR E A PLURIATIVIDADE

A agricultura familiar caracteriza-se pela ação direta da família rural no processo de gestão da unidade produtiva que encontra-se diversificada em mais de um atividade produtiva. Os aspectos de trabalho direto na roça e de gestão administrativa e financeira fazem parte integrante de todo núcleo familiar rural. Assim à realidade deste processo de gestão transmite ao olhar capitalista um aparente caos nesta organização contudo necessário à própria vida social, que resulta em sistemas próprios de produção e reprodução social e produtiva. Assim para compreender esta realidade pertinente a agricultura familiar em seus recortes sociais, produtivos, econômicos e de políticas públicas escolhi este tema para ser lido e apropriado pelos companheiros e companheiras que acompanham o terraeprosa. Leia mais…

AGRICULTURA FAMILIAR E A  SUSTENTABILIDADE SOCIAL ECONÔMICA

Estamos vivendo um novo processo de articulação entre Estado e sociedade. Precisamos desta forma estarmos entendermos os conceitos que formam a sociedade e o poder público para construirmos um conjunto de intenções onde Estado e Sociedade possam prover discussões participativas e mais socializadas. E necessário estarmos atentos a uma realidade que bate a nossa porta, todo dia, a toda hora. Com este objetivo o terraeprosa convida a você fazer parte desta leitura. Leia mais..

GESTÃO PÚBLICA E SOCIAL NA AGRICULTURA FAMILIAR

As mudanças mesmo quando necessárias nos assustam pois nos tiram de nossa zona de conforto. E na sociedade contemporânea nunca lideranças sociais e políticas foram tão pressionados a mudar. No entanto  muitos ainda não conseguiram vencer o paradigma de como mudar… o que deve ser mudado… por que mudar. Muito mais que um paradigma a ser vencido fica uma pergunta cada vez mais presente: Por que devem mudar? Porque se tornar refém de propostas como planejamento estratégico e participativo? Neste artigo o terraeprosa te convida a fazer uma leitura rápida tendo como objetivo acumular e prover conhecimento para construção de novos paradigmas. Leia mais…

AS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS PRODUTIVAS NA AGRICULTURA FAMILIAR

A organização dos movimentos sociais determina a atuação de novos atores sociais, promove o crescimento de novas organizações sociais, permitindo um contrapondo de idéias e conceitos frente aos paradigmas e ao cenário da globalização, das políticas neoliberais e do avanço da agricultura convencional para atender a lógica do capitalismo. Uma organização social é toda e qualquer iniciativa formal ou informal que reúne pessoas com objetivos e interesses comuns visando superar necessidades e dificuldades além de gerar benefícios para os seus associados oportunizando maiores e melhores condições do que as que os indivíduos teriam isoladamente para buscar de forma organizada a realização de seus objetivos e de seus direitos enquanto cidadãos. Leia mais…

A ATER E OS AGRICULTORES FAMILIARES

O processo de produção da agropecuária passou por diversas ações conjuntas e que foram organizadas a partir da década de 60 tendo o ensino a pesquisa e a extensão como seus pilares fundamentais. Com a propalada revolução verde as universidades, as instituições de pesquisa e de extensão rural tornaram-se os principais propulsores deste modelo de desenvolvimento pela produção e introdução de pacotes tecnológicos direcionados a utilização intensa dos “insumos modernos” e máquinas tendo como foco o aumento da produtividade e da produção final para geração de riqueza. Leia mais…

A ATER E OS AGRICULTORES FAMILIARES

O processo de atendimento e assessoria aos agricultores passou por diversas ações conjuntas e que foram organizadas a partir da década de 60 tendo o ensino a pesquisa e a extensão como seus pilares fundamentais sendo este modelo de desenvolvimento inspirado pela produção e introdução de pacotes tecnológicos direcionados a fortalecer a revolução verde na agricultura através dos “insumos modernos” para aumento da produção final e geração de riqueza. Assim nasce o sistema de extensão rural fortemente influenciado pelo modelo norte americano tendo como objetivo superar a “agricultura atrasada”. Ações “educativas” passaram a ser levadas ao agricultor no sentido de prover e implantar sob qualquer preço uma inversão em seus sistema produtivo pelo uso dos insumos industrializados, máquinas e equipamentos o que em tese levaria o agricultor e sua família a saírem da estagnação produtiva, a saírem de uma agricultura atrasada para a uma agricultura moderna e avançada levando as famílias rurais uma nova dinâmica social e de mercado, vendendo o “sonho” de produzir e vender mais com melhor qualidade e maior retorno de capital. Leia mais…

A PESQUISA E A AGRICULTURA FAMILIAR 

A pesquisa é um procedimento que visa o conhecimento de um determinado aspecto da realidade, a partir de um objetivo previamente definido. Tal objetivo pode ser a ampliação do saber existente ou a geração de conhecimentos que informem um processo de intervenção em determinado campo da realidade.  Entender como a evolução da pesquisa se estabelece historicamente em relação a agricultura familiar e fator decisivo no processo de uma reestruturação e um novo direcionamento nas políticas públicas para este setor. Leia mais…

A PESQUISA AGROPECUÁRIA E A PRODUÇÃO FAMILIAR

De uma geração de tecnologia própria a partir dos saberes do agricultor e de sua família foi-se gerando desenvolvimento e esta passa a ser definida por cientistas que trilham por critérios e interesses que caminham para o mundo urbano,  proporcionando retornos ao capital investido na agricultura a sua força de trabalho e a provir a  concentração nas cidades com um novo ciclo no processo produtivo do meio rural, sobretudo na agricultura familiar. Leia mais…

AS REDES DE COOPERAÇÃO NA AGRICULTURA FAMILIAR

Na atualidade trabalhar em cooperação representa um importante papel na superação das dificuldades e no atendimento das  necessidades de uma sociedade estabelecendo-se como estratégia de articulação organizacional forte tornando a atividade mais  competitiva diante das exigências do mercado e dos consumidores, em especial na agricultura familiar. Leia mais…

A AGRICULTURA FAMILIAR SOLIDÁRIA 

O mundo rural do Espírito Santo se expressa por mãos de homens e mulheres que com o seu saber, com o seu trabalho e pela convivência de base familiar e comunitária e de sua fé geram novas vidas. Isto nos indica que o mundo rural tem a sua essência e plenitude no ser humano e nas suas relações de convivência que se associam e se transformam gerando trabalho, emprego e riqueza. Leiam mais…

A NOVA GERAÇÃO DE AGRICULTORES

Construir novos paradigmas que estejam em equilíbrio com as atuais necessidades e demandas da sociedade é o grande desafio da nova geração de agricultores, reagindo a uma agricultura destrutiva e individualista que impede o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e igualitária  no meio rural. Leia mais…

A VIDA DA ROÇA E DO ROÇADO

No dia a dia da roça: “o que vem primeiro o ovo ou a galinha”. Mas um fato e certo:temos os dois. Se um primeiro o outro depois o fato é que temos os dois fazendo parte da história da roça, pois já imaginou a roça sem o cantar do galo anunciando o dia que chega…  Em seu cenário rústico, no ambiente rural, do jeito caipira, do cheiro da terra, do calor do fogão a lenha que agora neste momento me leva para dentro da “fazenda”. Se este mundo da roça te encanta então… Leia mais….

A VIDA NA CIDADE E NA ROÇA

A cidade precisa de terra para crescer. Já a roça precisa da terra para viver e produzir vida. Lá na roça a agricultura é uma forma de fortalecimento de laços de vizinhança e de vida comunitária.  Aqui na cidade estamos cansados de sermos explorados por preços abusivos e por alimentos originários de uma produção sem a responsabilidade social produtiva e ambiental  ou seja, alimentos produzidos com  o uso de venenos e adubos químicos. Leia mais…

A DIVERSIDADE DA ROÇA E DO ROÇADO

O olhar para agricultura nos convida a observar o que os agricultores e agricultoras familiares produzem, comem e ofertam para comercialização. Olhando para a produção e para o consumo familiar, vendo o que esta sobre a mesa das famílias rurais nossa imaginação exercita um olhar na dimensão do enxergar os alimentos em suas varias dimensões. Leia mais…

AGRICULTURA FAMILIAR – CULTURA E RIQUEZA NO MEIO RURAL

A agricultura familiar nos convida a construir um projeto  que possa libertar o agricultor familiar e camponês para os direitos e necessidade enquanto cidadão, comprometida com a  produção de alimentos saudáveis e com a segurança alimentar e nutricional de todos e todas. Leia mais…

O CENÁRIO RUSTICO DA ROÇA E DOS ALIMENTOS

Ao produzir a sua alimentação a família rural se reconhece e são reconhecidos enquanto agricultores e agricultoras. O que se come na roça, é fruto do resultado do trabalho na terra. A alimentação da família rural não pode ser na visão do alimento pelo alimento e sim enxergar os alimentos em suas várias dimensões. Leia mais…

AGRICULTURA FAMILIAR – UM PENSAMENTO PRÓPRIO NO ENFRENTAMENTO A AGRICULTURA PATRONAL

Os entendimento sobre estes temas são os mais variados e em diversas vertentes sejam elas de natureza social político econômica ou ambiental. Assim o Terra&Prosa traz um pensamento próprio em que pese o julgamento a ser feito em virtude deste pensamento e opinião. Leia mais…

 SEMENTES CRIOULAS

A relação das sementes com o ser humano tem sua origem a cerca de 12 mil anos com uma profunda relação do homem e da mulher no processo de sua seleção e de sua guarda para utilizar na agricultura. Esta história ganha cada vez mais importância a partir do momento em que os grupos passam a perceber que podiam plantar as sementes, dando origem ao cultivo das plantas com o início da agricultura. Leia mais…

GOLPE PÚBLICO NO CONTROLE DAS SEMENTES CRIOULAS

O Terra&Prosa traz para um alerta feito pelo MST referente a um verdadeiro golpe público que vem sendo orquestrado pelo Ministério da Agricultura por um anteprojeto que propõe obrigatoriedade de registro das variedades em banco de dados beneficiando claramente as empresas do agronegócio contrarias ao desenvolvimento da agricultura familiar que poderiam se apropriar das sementes crioulas, fazendo o controle das sementes crioulas um patrimônio da agricultura familiar e camponesa do Brasil. Esta matéria foi publicada no Jornal Século Diário no dia 25.08.2014. Leia mais…

O ANO INTERNACIONAL DA AGRICULTURA FAMILIAR E CAMPONESA

A história e a riqueza do mundo rural e rica em cultura, saber, trabalho e vida comunitária. Ter o momento de comemorar toda esta realidade vivida por homens e mulheres a partir de suas gerações não pode deixar de ser retratado, por isso. Leia mais…

AS OPORTUNIDADES NA AGRICULTURA FAMILIAR

Gerar um novo modo de viver e de se relacionar é a utopia que esta presente em nosso dia a dia quando pensamos, agimos e buscamos o desenvolvimento sustentável, e na agricultura familiar não é diferente. Um modo de viver para além da tarefa de gerar renda e lucro, isto já se faz e esta presente no dia a dia numa forte competitividade entre as pessoas. Na agricultura os processos da transformação dos alimentos pela agroindústria familiar permite as famílias a construção deste ideal, pela sua natureza de inclusão das pessoas, pelo acumulo de conhecimento gerado por gerações e pela sua relação com o meio ambiente. Leia mais…

A AGRICULTURA FAMILIAR – SUAS CARACTERÍSTICAS 

Agricultura familiar é sem duvida alguma um tema politicamente relevante na atualidade e que chama atenção pela sua importância estratégia de natureza social e econômica e por apresentar-se, no meio rural como um segmento capaz de criar, manter e recuperar o emprego local além de oportunizar a redistribuição da renda. Leia mais…

A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE DOS CUSTO DE PRODUÇÃO NAS ATIVIDADES PRODUTIVAS NO MEIO RURAL

No dia a dia do agricultor produzir e lidar com a terra, trabalhar com a família na gestão da unidade de produção não é nenhum mistério para quem toma a decisão viver na roça. O grande desafio e tornar a roça e o roçado como fonte de renda sustentável garantindo qualidade de vida à família. Nos dias de hoje este desafio para ser vencido exige da família rural o conhecimento e uma análise dos custos de produção das atividades produtivas. Leia mais…

CRIAÇÃO DE RESERVAS LEGAIS DE MATA PARA PRODUÇÃO DE ÁGUA

O tema sustentabilidade tem ganhado nas últimas décadas atenção e passa a fazer parte cada vez mais das discussões na classe política do Estado e no dia a dia da sociedade rural e urbana, em especial neste inicio de 2015, quando vivemos um grande desafio: a falta de água. de  A mata nativa é necessária para permitir a reserva de uma maior quantidade de água no solo, é o Espírito Santo possui menos de 4% de sua extensão ocupada por áreas de preservação. Buscando alimentar esta reflexão sobre o tema o Terra&Prosa traz uma matéria publicada no Século Diário. Leia mais…

OS RECURSOS NATURAIS NO AMBIENTE RURAL PARA SUSTENTABILIDADE DAS FAMÍLIA

A agricultura familiar apresentasse como uma importante estratégia para preservação dos recursos naturais e para sustentabilidade da vida no planeta. A sua relação com os ecossistemas e com as relações sociais são ricos instrumentos que dão a dimensão de sua importância para sustentabilidade da vida. Leia mais…

ONDE É QUE ESTÃO AS COISAS NA IRRIGAÇÃO DOS CAMPOS DE PRODUÇÃO?

Está certamente é uma pergunta das mais importantes. Onde é que estão as coisas? No uso da água na agricultura este é o grande desafio para respondermos a esta perguntaPara termo água com sustentabilidade precisamos investir para além das fronteiras estabelecidas pelo cartório de registro de terras. Precisamos investir para além de nossa inercia individualista de produção e de lucro. Precisamos subverter a ordem das políticas públicas. O Estado precisa interferir e ser mais protagonistas em suas ações ouvindo e construindo, junto com o saber dos agricultores, um novo saber para um novo futuro do rural. Leia mais…

AGRICULTURA FAMILIAR E PATRONAL…NÃO SE MISTURA!

Quando falamos em agricultura há uma tendência de generalizarmos e termos o entendimento reducionista de que no campo, na roça “as agriculturas são tudo uma coisa só”. No entanto a coisa não e bem assim. Antes da agricultura temos o ser humano sua família e sua forma de pensar e agir. E nesta condição da relação do ser humano com a roça estas duas agriculturas são completamente distintas e conflitantes. Leia mais…

CONSTRUINDO UM NOVO CAPITAL RURAL

Um dos maiores desafios deste século está em construirmos um capital que possa promover a sustentabilidade da sociedade para além do lucro. Como foco o ser humano, o respeito aos recursos naturais e ao consumidor? Leia mais…

QUAL MODELO DE PRODUÇÃO É O VERDADEIRO VILÃO NA CRISE DE ÁGUA

A água nestes últimos tornou-se uma matéria de vanguarda em todos os noticiários e com ela vem a maldade produzida por interesses que não são os da sociedade rural e urbana. Leia mais…

A HORA E A VEZ DA AGRICULTURA FAMILIAR

O valor ético e moral dos governantes e o de atender às necessidades básicas das pessoas, sendo a demanda primeira o acesso aos alimentos com regularidade, em quantidade e em qualidade a uma vida saudável. Leia mais…

AS AMEAÇAS À AGRICULTURA FAMILIAR E CAMPONESA E AOS MOVIMENTOS DE REPRESENTAÇÃO SOCIAL DO RURAL BRASILEIRO

O Terra&Prosa traz as reflexões importantes sobre as ameaças políticas a agricultura familiar e camponesa no atual momento político ditas por integrantes da coordenação do Movimento dos Pequenos Agricultores e do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra do Brasil. Leia mais…

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