Povos e Comunidades Tradicionais

Fazem do lugar em que vivem sua própria identidade, sua existência. Possuem traços particulares que permitem a singularidade de sua comunidade e de seus habitantes, vivida pelas suas tradições e por uma diversidade de saberes que alimentam o processo de ligação do homem à natureza que abrange os ciclos produtivos, com uma forte relação com a natureza de uso comum  dos recursos naturais – terra, água e solo, desenvolvidos com base na solidariedade e na partilha.

São eles: povos indígenas, os quilombolas, as comunidades de terreiro, os extrativistas, os ribeirinhos, os caboclos, os pescadores artesanais, os pomeranos, dentre outros.

QUILOMBO – “LUGAR PARA ESTAR COM DEUS”

Local isolado, formado por escravos negros fugidos… Esta talvez seja a primeira idéia que vem à mente quando se pensa em quilombo. Quilombo seria uma forma de se rebelar contra o sistema de exclusão da época sendo para onde os negros iriam se esconder e se isolar do restante da população e essa visão ainda esta presente no senso comum. Hoje passados mais de cem anos após o sistema escravocrata ainda esta muito presente e atual o espanto da sociedade quando se fala sobre comunidades quilombolas atuantes de forma social economica e política. Leia mais…

PANELEIRAS DE GOIABEIRAS

GUARDIÃS DE 400 ANOS DE CULTURA E TRADIÇÃO

Uma cultura e uma tradição social e produtiva vêm sendo mantida através de gerações por mulheres artesãs chamadas carinhosamente “Paneleiras de Goiabeiras”. Estas mulheres são protagonistas e guardiãs de uma história e de uma cultura própria que tem sua origem nas tribos indígenas que habitaram e ainda estão presentes no litoral do Estado. Guardiãs de uma técnica passada de geração em geração, que até hoje sua confecção e estrutura social pouco mudou. Leia mais…

O TRABALHO COM FAMÍLIAS E AS QUESTÕES DE GÊNERO

Vamos começar com um pequeno exercício reflexivo. Procure um lugar confortável para se sentar. Procure relaxar-se, respirando profundamente, com os olhos fechados. Vamos viajar um pouco no tempo. Tente se lembrar de quando era pequeno, das imagens que guardou de si mesmo. Procure a imagem mais antiga. Olhando para ela, há alguma indicação de que você era um menino ou uma menina? Qual (is)? Se não encontrar nada significativo nesta imagem, procure outra, onde consiga perceber algum detalhe relativo a esta questão. Quais são as vozes que você escuta, do passado, falando sobre ser menino ou menina? O que essas vozes dizem? Aos poucos vamos voltando desta pequena jornada. Se quiser, anote o que considerar importante de suas reflexões. Leia mais…

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